Informação da Publicação

Título Mitos e crenças sobre os métodos contracetivos dos estudantes do 12o ano da Escola Secundária Pedro Corsino de Azevedo
Autor(es)
Palavras-chave
Adolescência
Sexualidade na adolescência
Educação para saúde
Mitos e crenças
Métodos contracetivos
Data 2018
Resumo
Este trabalho tem por finalidade identificar quais são os mitos e as crenças dos métodos contracetivos indicados pelos adolescentes, cuja temática é “Mitos e crenças dos métodos contracetivos dos estudantes do 12o da escola Secundária Pedro Corsino de Azevedo”. A adolescência constitui um momento inicial de exploração e experimentação de vivências ligadas à intimidade e sexualidade; sendo assim, o adolescente experimenta os primeiros relacionamentos afetivos o que leva à procura dos métodos contracetivos identificando-se assim com esses métodos, visto que, é uma fase de descobertas de muitas informações que podem ser verídicas ou não, como em relação aos mitos e crenças dos métodos contracetivos. Para a realização deste trabalho, optou-se por um estudo quantitativo, de carácter descritivo e transversal.
A população em estudo é constituída por 51 estudantes do 12o ano da escola secundária Pedro Corsino de Azevedo através de uma amostra não pirobalística por conveniência.
Os resultados evidenciaram que a melhor forma de desmistificar os mitos e as crenças é promover a educação para a saúde sobre os mitos e as crenças dos métodos contracetivos. Também certos mitos e crenças têm vindo a prevalecer de geração em geração, nomeadamente os adolescentes, onde pode-se constatar que os mitos mais frequentes são: a pílula é um método de barreira; o uso do preservativo deve servir apenas para evitar uma gravidez não desejada; mulheres que não têm filhos não podem colocar implante; quando se utiliza o método injetável, o sangue fica acumulado na cabeça; o DIU não é recomendado na adolescência; quando se utiliza os métodos naturais não é preciso conhecer o seu próprio corpo; a cirurgia modifica ou prejudica o pénis; a laqueação é um método reversível muito recomendado na adolescência, entre outros.
Podemos constar que a existência desses mitos não estão relacionados com os fatores tais como o sexo, género zona de residência e o início de vida sexual. No que tange as fonte da informação sobre o assunto, constatou-se que os amigos são as pessoas mais procuradas, e nesse ponte de vista, os resultados são preocupantes porque demostram a necessidade de intervenções ajustadas a população.
O estudo traz a tona a necessidade de haver uma maior articulação entre a identidade de saúde e os meios de comunicação e outros agentes de saúde no sentido de haver mesma informação.
Tipo Monografia Licenciatura - Monografia
URL https://drive.google.com/file/d/1yNZW22N0jPSuml0SBIp2xQWRlQ0YB7r4/view?usp=sharing
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